O Pedro foi internado com bronquiolite em agosto e novembro. Saiu do hospital e 5 dias depois voltou ao pronto-socorro com febrão. Voltou mais duas vezes nos 4 dias que se seguiram. Sempre o mesmo motivo: algum problema no pulmão. Ele nasceu prematuro, fez a cirurgia de correção de atresia de esôfago, ficou na UTI, enfim, ele é muito mais frágil do que uma criança que não tenha passado por tudo isso. Tentei deixar ele na escola, mas desde maio, ele não engordou nem 500g e ficou apenas um mês sem ir ao médico. Nada mais lógico do que tirá-lo da escola.
Em outubro, mudei de emprego. Hoje penso que não deveria ter assumido este novo cargo. Era muita responsabilidade para quem tem um bebê pequeno como o Pedro. No outro trabalho, eu tinha mais flexibilidade e maior facilidade para trabalhar de casa (e meu ex-chefe tinha me avisado...). Apenas um mês e pouco depois na nova empresa, eu estava pedindo demissão, e deixando, de certa forma, minha chefe na mão. Mas emprego nenhum pode valer mais do que um filho.
Já estou em casa com o Pedro há uns 10 dias. Tenho segurado bem a barra. Não estou me sentindo intolerante como era antes. Não tenho ficado muito irritada também. Estou realmente mais equilibrada. Assumi este período em casa como um tempo realmente para o Pedro. E descobri um filho que eu não sabia que tinha! Tenho permitido que o tempo seja dele. Quando ele precisa de mim, mesmo que seja para ver um carro passando na rua, tento atendê-lo. Esta percepção está me ajudando a entender que este não é o momento da Juliana (apesar de que nas horinhas que ele dorme, vou me dedicar aos blogs e às mídias sociais. E se tudo der certo, dedicação profissional).
Pra variar, além desta noção de que o Pedro precisa muito de mim, a rotina é mais uma vez a grande aliada. Temos que ter horário pra acordar, tomar banho, almoçar, dormir, lanchar, jantar e dormir de novo. E, no meio de tudo, muitos momentos para brincar. Isto facilita para o Pedro, que deixa de ficar irritado, para virar um reloginho! E, obviamente, funciona para mim também, conseguindo me programar e não sentir perdida em meio às obrigações.
Então, o blog entra em uma nova etapa, e acho que vai ser tão complicada quanto a gravidez e os primeiros meses do Pedro. Estes dias foram tranquilos, mas tenho total conhecimento de que nem sempre será assim.
Espero muito poder contar com dicas de mamães que ficam com seus pequenos em casa!
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Deixando o modo "Poliana" de ser de lado - à moça do comentário anônimo
Recebi um comentário anônimo de uma moça, bipolar, grávida, que disse que "não se sente nada especial, pelo contrário...". Fiquei pensativa. Não me sinto sempre especial. Já me senti muito mal por ser bipolar, carrego arrependimentos por coisas que fiz, e isso não me faz sentir nada especial, pelo contrário, como a moça disse.
Sinto que alguns posts tem um ar "Poliana" aqui no blog. Tento sempre ver o lado positivo. Enquanto estava grávida e o bicho pegou mesmo, fui mais realista. Não quero desmerecer ninguém quando digo que me sinto especial. Não quero passar a impressão de que ser bipolar é fácil. Porque não é. Ainda mais porque existem graus de bipolaridade, e tem gente que tem uma vida muito difícil, que não é brincadeira.
Tento, pelo blog, compartilhar experiências sobre gravidez e maternidade, e mostrar que com auxílio médico, terapêutico e de amigos, e a devida liberação dos profissionais que cuidam da bipolar, é possível viver estas experiências. E na medida que me sinto confortável, conto o lado triste da minha história.
Fico muito feliz por saber que algumas mulheres que passaram por aqui se animaram a engravidar e encontraram um apoio para passar por isto sem tanto estresse. Sei também que outras passaram por aqui e não conseguiram engravidar ou tiveram uma experiência triste... mas saibam que seu comentário, sua experiência também é importante.
Quero agradecer à moça, anônima, grávida, por passar por aqui. Por ler meus posts. E desejo, do fundo do meu coração, que sua gravidez seja o mais tranquila possível. E que mesmo que você não se sinta especial, que você não desanime. Te desejo muita saúde, paz, tranquilidade, paciência, e que você esteja rodeada por pessoas boas que te tratem bem, que cuidem de você e que, principalmente, te entendam.
ps: se você ainda não conhece o Blog da Di Matielo, a Mãe Bipolar, passa lá, ela teve experiências bem punks e talvez possa te ajudar mais.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Bolha de sabão - quando a mania passa
Cortei a minha franja no começo da semana. Cortei, aparei, reaparei, daí parei. Mas mesmo assim acreditei no meu potencial de cabeleireira. Fiz novos planos para alguns anos à frente. Planos empreendedores com certeza de sucesso. No meio disso tudo, peguei uma virose chata, fiquei 4 dias sem comer direito e acabei tendo que ficar em casa, para me recuperar e aproveitei para pensar.
Me olhei no espelho e me dei conta do estrago que fiz na franja e dos planos precipitados. Não necessariamente estava em mania, mas com certeza estava fragilizada. Meu avô morreu recentemente, abruptamente. Estou com a saúde emocional e física fragilizada. Queria mudar a vida em um segundo e tinha certeza de que poderia mudá-la. Muita coragem, pouco planejamento. Tudo baseado em emoções. Bolha de sabão.
Me sinto realmente especial por ser bipolar. Me sinto mais criativa, mais crítica, mais ativa e mais reativa que muitos. Claro que não curto as depressões e as manias destrutivas. Mas sei bem como me reinventar, mais ainda, acho que sei bem quando PRECISO me reinventar. E foi isso que o dia em casa (ok que foi um dia top da virose), me proporcionou.
Acho que quando não estamos satisfeitos com alguma coisa, tendemos a pensar em primeiro lugar em mudar esta coisa, nunca em mudar algo que seja inerente a nós mesmos. Mas o bipolar tem um diferencial, ele precisa pensar muito nas suas atitudes.
Com tantas oscilações de vontades, não só de humor, o bipolar acaba sendo forçado a se adaptar ou sucumbir. Precisamos assumir o estrago da mania, despachar o peso da depressão para voltarmos a viver melhor. Leva um dia ou dois, ou mais, mas sempre é possível chegar lá.
Por isso marquei com uma profissional para (re)aparar a minha franja e refiz meus planos para os próximos seis meses.
Mais pé no chão, menos tesoura na mão!
Me olhei no espelho e me dei conta do estrago que fiz na franja e dos planos precipitados. Não necessariamente estava em mania, mas com certeza estava fragilizada. Meu avô morreu recentemente, abruptamente. Estou com a saúde emocional e física fragilizada. Queria mudar a vida em um segundo e tinha certeza de que poderia mudá-la. Muita coragem, pouco planejamento. Tudo baseado em emoções. Bolha de sabão.
Me sinto realmente especial por ser bipolar. Me sinto mais criativa, mais crítica, mais ativa e mais reativa que muitos. Claro que não curto as depressões e as manias destrutivas. Mas sei bem como me reinventar, mais ainda, acho que sei bem quando PRECISO me reinventar. E foi isso que o dia em casa (ok que foi um dia top da virose), me proporcionou.
Acho que quando não estamos satisfeitos com alguma coisa, tendemos a pensar em primeiro lugar em mudar esta coisa, nunca em mudar algo que seja inerente a nós mesmos. Mas o bipolar tem um diferencial, ele precisa pensar muito nas suas atitudes.
Com tantas oscilações de vontades, não só de humor, o bipolar acaba sendo forçado a se adaptar ou sucumbir. Precisamos assumir o estrago da mania, despachar o peso da depressão para voltarmos a viver melhor. Leva um dia ou dois, ou mais, mas sempre é possível chegar lá.
Por isso marquei com uma profissional para (re)aparar a minha franja e refiz meus planos para os próximos seis meses.
Mais pé no chão, menos tesoura na mão!
quinta-feira, 19 de julho de 2012
depressão e tédio
Já falei várias vezes aqui que a rotina ajuda a maioria dos bipolares a ficar mais próximo do eixo. Nunca falei sobre necessidade de se sentir útil. Não sei se isso é uma característica do bipolar, mas notei que quando não sou produtiva, me sinto um lixo. E para piorar, sempre acho que devo fazer mais...
Isso não é só no trabalho. Quando estou em casa, não sossego enquanto tiver algo fora do lugar. e com um bebê de 1 ano e meio, sempre tem algo fora do lugar! Tenho enorme dificuldade com o tal do "ócio contemplativo", apesar de ter plena convicção de que isto tem feito uma enorme falta para mim.
Apesar de estar com os dias corridos, a ponto de vir para casa praticamente apenas para dormir, tenho me sentido inútil, com o potencial subaproveitado. Preciso de foco. Mas enquanto isso, por agora, vou aproveitar que o pequeno está dormindo para tentar entender um pouco desse "ócio"...
domingo, 8 de julho de 2012
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Os 50 dias - novo trabalho, alergia à lamotrigina & outros
Precisava voltar aqui! Saudades de escrever! Mas, quero me desviar o mínimo possível do tema deste blog. Então, nada melhor do que contar aqui o susto que tive com uma alergia possivelmente à lamotrigina.
Dizem por aí que as coisas acontecem em trio. Quando vem uma desgraça, outras duas vêm atrás. Mas também quando você, que nunca tem compromisso aos finais-de-semana, tem um casamento, com certeza terá mais um casamento, um churrasco ou aniversário em um dos outros dias do "finde". Fato! Por que eu iria fugir à regra?
Comecei a trabalhar em 16 de Abril. Coisa boa! No dia da entrevista, que aconteceu na semana anterior, o Pedro acordou vomitando. Meu marido ficou com ele. Deste dia até o final da semana, eu entrei na virose e saí. Ufa! O Pedro também acabou ficando melhor e sendo liberado para a escolinha no meu primeiro dia de trabalho. Mas meu marido, que estava em um ritmo alucinado de trabalho, não só pegou a virose, como desmaiou três vezes.
O primeiro desmaio foi no final da tarde. Falei com ele do trabalho. À noite, deixei o Pedro com os meus pais e fui cuidar do marido que mais uma vez desmaiou, no banheiro...desespero! Fomos ao hospital. Próximo às três da manhã, quando ele teria alta, ele sofreu outro desmaio e, obviamente o médico segurou ele por mais várias horas. Ele havia feito ressonância, e já sabíamos que não era nada neurológico. Mas assustou muito e me fez ficar em casa com ele no segundo dia de trabalho :(
Depois desta estreia no trabalho, veio uma sequência de probleminhas: Pedro com gripinha boba, que evolui para traqueo-bronquite e eu com uma gripe chata também. O Pedro me tomou algumas horas do trabalho para levá-lo fazer radiografia e passar em consulta. Nada de mais. Nada anormal para uma mãe que precisa fazer estas coisas sozinha... Minha gripe piorou e junto apareceu uma alergia estranha que foi até confundida com catapora. Passei na pediatra, que liberou da catapora. Passei na dermatologista que não soube determinar o que era, diagnosticou como algum vírus, me disse na cara dura que eu estava um bagaço, me deu remédio, cama e desejou saúde!
O remédio não adiantou. A cama não me curou e acabei ficando depressiva, rapidamente... Liguei então para a psiquiatra para pedir para aumentar a dose da Lamotrigina. Ha! Quando contei a história da algeria ela SUSPENDEU a Lamotrigina, para o meu pavor. Em menos de dois dias a coceira, que era insuportável, parou. Ou seja, eu que vivia tão bem com a Lamotrigina teria que procurar outra parceira...
Para minha sorte, a minha psiquiatra cogitou a possibilidade da alergia ser não exatamente à lamotrigina, mas a outro composto do Neural. Eu tomava Lamitor, mas, com a grana curta, passei a tomar o Neural, amostra que a médica me dava. Voltei faz uma semana a tomar Lamitor. Voltei com medo! Tomei por cinco dias 25mg e há dois estou com 50mg (minha dose é 100mg). Graças a Deus a alergia não retornou, a atenção voltou (logo que tirei a lamotrigina tive um dia péssimo de concentração, até destruí o espelho lateral do carro....), a depressão melhorou e estou até mais animada do que antes com as 100mg!
E tudo isso em aproximadamente 50 dias de trabalho! Acho que até meu chefe ficou com medo de tanta zica perto dele!!! Pelo menos, isto tudo me mostrou que resiliência também é uma das minhas qualidades!!!
Chega, né?!
Dizem por aí que as coisas acontecem em trio. Quando vem uma desgraça, outras duas vêm atrás. Mas também quando você, que nunca tem compromisso aos finais-de-semana, tem um casamento, com certeza terá mais um casamento, um churrasco ou aniversário em um dos outros dias do "finde". Fato! Por que eu iria fugir à regra?
Comecei a trabalhar em 16 de Abril. Coisa boa! No dia da entrevista, que aconteceu na semana anterior, o Pedro acordou vomitando. Meu marido ficou com ele. Deste dia até o final da semana, eu entrei na virose e saí. Ufa! O Pedro também acabou ficando melhor e sendo liberado para a escolinha no meu primeiro dia de trabalho. Mas meu marido, que estava em um ritmo alucinado de trabalho, não só pegou a virose, como desmaiou três vezes.
O primeiro desmaio foi no final da tarde. Falei com ele do trabalho. À noite, deixei o Pedro com os meus pais e fui cuidar do marido que mais uma vez desmaiou, no banheiro...desespero! Fomos ao hospital. Próximo às três da manhã, quando ele teria alta, ele sofreu outro desmaio e, obviamente o médico segurou ele por mais várias horas. Ele havia feito ressonância, e já sabíamos que não era nada neurológico. Mas assustou muito e me fez ficar em casa com ele no segundo dia de trabalho :(
Depois desta estreia no trabalho, veio uma sequência de probleminhas: Pedro com gripinha boba, que evolui para traqueo-bronquite e eu com uma gripe chata também. O Pedro me tomou algumas horas do trabalho para levá-lo fazer radiografia e passar em consulta. Nada de mais. Nada anormal para uma mãe que precisa fazer estas coisas sozinha... Minha gripe piorou e junto apareceu uma alergia estranha que foi até confundida com catapora. Passei na pediatra, que liberou da catapora. Passei na dermatologista que não soube determinar o que era, diagnosticou como algum vírus, me disse na cara dura que eu estava um bagaço, me deu remédio, cama e desejou saúde!
O remédio não adiantou. A cama não me curou e acabei ficando depressiva, rapidamente... Liguei então para a psiquiatra para pedir para aumentar a dose da Lamotrigina. Ha! Quando contei a história da algeria ela SUSPENDEU a Lamotrigina, para o meu pavor. Em menos de dois dias a coceira, que era insuportável, parou. Ou seja, eu que vivia tão bem com a Lamotrigina teria que procurar outra parceira...
Para minha sorte, a minha psiquiatra cogitou a possibilidade da alergia ser não exatamente à lamotrigina, mas a outro composto do Neural. Eu tomava Lamitor, mas, com a grana curta, passei a tomar o Neural, amostra que a médica me dava. Voltei faz uma semana a tomar Lamitor. Voltei com medo! Tomei por cinco dias 25mg e há dois estou com 50mg (minha dose é 100mg). Graças a Deus a alergia não retornou, a atenção voltou (logo que tirei a lamotrigina tive um dia péssimo de concentração, até destruí o espelho lateral do carro....), a depressão melhorou e estou até mais animada do que antes com as 100mg!
E tudo isso em aproximadamente 50 dias de trabalho! Acho que até meu chefe ficou com medo de tanta zica perto dele!!! Pelo menos, isto tudo me mostrou que resiliência também é uma das minhas qualidades!!!
Chega, né?!
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Por enquanto é só pessoal! - pausa do Grávida e Bipolar
Há um ano e nove meses iniciei este Blog. O intuito era registrar como seria uma gravidez sem remédios para bipolaridade. Os relatos constantes e, principalmente, os comentários, transformaram o blog em terapia. Não sei o que teria sido de mim sem ele (e sem vocês)!
Depois que o Pedro nasceu, o blog serviu para compartilhar a minha rotina de "mãe bipolar" e para acompanhar o retorno do medicamento. Pedi e recebi muita ajuda por aqui na fase mais crítica que foram os primeiros meses. Com certeza piores do que os oito da gravidez!
Além disso, "despejei" por aqui todas as minhas crises "profissionais/ocupacionais". Não tinha como relatar meus sentimentos como mãe sem falar destas insatisfações. Uma coisa afeta diretamente a outra. Bem que eu acho que este papo sempre foi chatão de compartilhar...
Após os 21 meses de Blog, vejo que ele atendeu muito bem ao propósito inicial. Recebi muitos emails de mulheres tentantes, grávidas, mães, pedindo ajuda, conselho ou apenas agradecendo por terem encontrado em um post algum alívio. Mesmo que eu tivesse recebido apenas um email durante todo este tempo eu teria considerado atingido o objetivo!
Então, encerrarei as postagens por agora e retomarei quando iniciar as tentativas para um próximo bebê! Mas continuarei moderando os comentários e respondendo aos emails como sempre fiz. E se surgir algum assunto pertinente antes mesmo de eu voltar a ser tentante, postarei aqui! Para receber um email avisando sobre novas postagens no Grávida e Bipolar, preencha o campo "Acompanhe por email", à direita. Outra opção é utilizar o "Inscreva-se", abaixo.
Mas se você gosta de acompanhar o crescimento do Pedro, meu desempenho como mãe, as minhas crises chatas ou apenas tem curiosidade em saber onde é que este papo vai dar, acesse o Ju que escreve!
Muito obrigada a todos que me acompanham, comentam, aprendem e opinam!
Espero poder encontrá-los por aqui quando eu voltar!
Um enorme abraço,
Ju Cavani
Depois que o Pedro nasceu, o blog serviu para compartilhar a minha rotina de "mãe bipolar" e para acompanhar o retorno do medicamento. Pedi e recebi muita ajuda por aqui na fase mais crítica que foram os primeiros meses. Com certeza piores do que os oito da gravidez!
Além disso, "despejei" por aqui todas as minhas crises "profissionais/ocupacionais". Não tinha como relatar meus sentimentos como mãe sem falar destas insatisfações. Uma coisa afeta diretamente a outra. Bem que eu acho que este papo sempre foi chatão de compartilhar...
Após os 21 meses de Blog, vejo que ele atendeu muito bem ao propósito inicial. Recebi muitos emails de mulheres tentantes, grávidas, mães, pedindo ajuda, conselho ou apenas agradecendo por terem encontrado em um post algum alívio. Mesmo que eu tivesse recebido apenas um email durante todo este tempo eu teria considerado atingido o objetivo!
Então, encerrarei as postagens por agora e retomarei quando iniciar as tentativas para um próximo bebê! Mas continuarei moderando os comentários e respondendo aos emails como sempre fiz. E se surgir algum assunto pertinente antes mesmo de eu voltar a ser tentante, postarei aqui! Para receber um email avisando sobre novas postagens no Grávida e Bipolar, preencha o campo "Acompanhe por email", à direita. Outra opção é utilizar o "Inscreva-se", abaixo.
Mas se você gosta de acompanhar o crescimento do Pedro, meu desempenho como mãe, as minhas crises chatas ou apenas tem curiosidade em saber onde é que este papo vai dar, acesse o Ju que escreve!
Muito obrigada a todos que me acompanham, comentam, aprendem e opinam!
Espero poder encontrá-los por aqui quando eu voltar!
Um enorme abraço,
Ju Cavani
Assinar:
Postagens (Atom)