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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Rejeição da barriga - um desabafo

Tive um ótimo Natal em família. Além de ter passado esta data com pessoas que amo muito, me diverti muito (tive até crise de riso), comi bem, conversei bastante, abracei, beijei e voltei para a minha casa, com meu marido, meu filho na barriga satisfeita e feliz...mas, nem tudo são flores.

No dia seguinte, fomos almoçar os "restos" da ceia, na minha avó. Meus tios e meus primos não participam do almoço do dia 25, mas meu tio avô vai com sua esposa e, às vezes, seus filhos, e ele tem muuuita história boa pra contar! Então, também seria ótima a continuação do Natal, se não fosse a ressaca emocional-psicológica.

Acho que já acordei no dia 25 apática e intolerante. Fiquei com um péssimo humor (óbvio), que foi só piorando com o passar do dia, mesmo com a boa companhia, boa comida e ótimo papo. Cheguei em casa querendo ficar muito quieta. Quando fui deitar, tive a pior sensação e pensamento da gravidez inteira. Sinto vergonha de contar isso aqui, mas não posso só contar as coisas "fáceis" da bipolaridade. Olhei a minha barriga e queria que ela não fizesse mais parte de mim.

Senti uma aflição terrível por estar carregando meu filho na minha barriga. Pedi a Deus que a bolsa estourasse ou que eu pudesse fazer uma cesárea naquela mesma madrugada. Mas, ao mesmo tempo, eu tinha uma grande esperança de dormir e acordar sem resquícios desta "rejeição".

Acordei melhor, quase que achando uma grande bobeira todos os sentimentos da noite anterior. Mas ainda sentindo de leve essa aflição. E agora, tenho muito mais medo de ter depressão pós-parto e de rejeitar meu filho. Um medo enorme de não amá-lo como deveria, de não ter afeição por ele, de não querer ser mãe. Me sinto péssima só de esboçar estas ideias aqui. Me sinto anormal, me sinto merecedora do mesmo destino das bruxas na antiguidade.

Até agora, não havia contado isso para ninguém. Nem mesmo para o meu marido. Só relatei no meu diário da gravidez de forma resumida. E ainda não quero falar nada. Quero deixar passar como se não tivesse existido.

Espero muito que isso realmente passe e que o Pedro nasça logo e que eu perceba que isso foi apenas uma divagação sem sentido.


ps: Depois de ter escrito o post fiquei me sentindo pior. Foi trazer à tona algo que já estava sendo guardado. Mas, criei coragem e conversei com o meu marido sobre essas "novas emoções". Foi bom ter feito isso. É bom colocar para fora e compartilhar com ele coisas tão importantes sobre nosso maior projeto, o Pedro. Estou mais calma agora, contando com Deus para nos iluminar e contando que a psiquiatra esteja amanhã no consultório para me orientar. Pensei até em fazer cesárea, se for melhor que o Pedro esteja logo fora da barriga. Vamos ver o que a psiquiatra e a obstetra (irei dia 30) falam.

domingo, 28 de novembro de 2010

Amadurecendo os pulmões do Pedro e insônia

São 6:36 da manhã do domingo. Estou acordada desde às 2:20. O sábado foi um dia agitado! Pela manhã, fui na cinematerna com a Di e família. Apesar de o evento começar às 10am, às 5:45 eu já estava acordada. Acordei para ir ao banheiro e não consegui dormir mais. Depois do café-da-manhã e cinema em super boa companhia (adorei ter conhecido você e a sua família, Di!), fui para um churrasco. Chegamos em casa acho que mais de 18:00. Eu estava um tanto cansada, então fiquei largada no sofá com meu marido! Fomos dormir, de fato, lá pelas 22:00 ou um pouco antes. Horário normal. Mas quando deu 2:20 acordei para ir ao banheiro e cá estou eu! Já varri chão, coloquei roupa na máquina (não liguei por causa do barulho), passei pano na casa, lavei a louça, limpei o terraço e banheiro do cão e reguei as plantas. Agora estou tomando um café-da-manhã com um chá "Bons Sonhos" para ver o que acontece! Ah! Além dos afazeres domésticos, li muuuito do Harry Potter!

Na gravidez inteira, não tive problemas sérios com insônia. Não estou me sentindo incomodada com a barriga para dormir. Simplesmente, o acordar para ir ao banheiro, dependendo da hora, me tira o sono. Posso pensar que é um treino inconsciente para quando o Pedro já estiver por aqui, me chamando para mamar durante a madrugada!

E por falar em Pedro, na sexta-feira fui na consulta do pré-natal. Engordei 12,4Kg. Não tomei bronca. Se vocês me virem na rua, não vão acreditar que engordei tudo isso! Aquela dilatação do orifício externo ainda existe, mas está controlada. Não preciso mais usar o remédio. O Pedro está quase posicionado, só ainda não desceu. Mas as contrações estão cada vez mais frequentes e ficando um pouco doloridas como uma mistura de cólica com estiramento. Então, por precaução, a médica prescreveu injeções de um corticóide que acelera o amadurecimento do pulmão do bebê, garantindo que, se ele realmente nascer antes do tempo, seu pulmão estará prontinho para nosso ar poluído de São Paulo! Aff!!!

Meu pai ficou bem assustado com esta história de "possibilidade do Pedro adiantar" e acho que mais assustado ainda por envolver "injeções"!!! Mas, tentei deixar claro que é só para o bem do Pedro e que não necessariamente ele irá adiantar (bem que eu acho que vai, só não sei o quanto).

Fiquei mais tranquila agora! Estou liberada do repouso, até posso voltar ao Pilates, desde que seja bem tranquilo. Posso trabalhar, só não posso exagerar, e acho que qualquer grávida, independente de orientação de médico, sabe qual o seu limite e deu seu bebê ainda no ventre. É isso que vou seguir. Sei o quanto canso quando tenho dois eventos no mesmo dia. Sei que também canso demais quando dirijo muito. E sei que passar pano na casa e varrer não é bem o que eu poderia fazer, mas, quando de leve, só na sala e cozinha, dá para encarar!!!!

Apesar de estar mais tranquila e sem aquela irritação de antes, estou passando por um período mais depressivo, e acho que essa insônia pode ter a ver com isso. Tenho me sentido abatida e com aquele aperto no peito que nada parece suprir. Ontem, no cinema, acho que não consegui mostrar muito bem quem eu sou! Na subida das escadas rolantes me deu uma vontade tão forte de chorar, do nada, que até senti medo de dar de cara com a Di e o marido e cair em lágrimas. Pelo menos, as atividades de ontem me distraíram bem. Só quando voltei pra casa e fui pro sofá, que reconheci novamente aquele aperto no peito...

Hoje vou almoçar na casa de uma amiga bem animada. Não sei se vou ficar com sono até lá, mas pelo menos, a diversão será garantida e, com certeza, um pouco dessa fase depressiva será esquecida. E isso é um ótimo sinal de que as coisas não estão ruins, só um pouquinho desequilibradas! O que é mais fácil de superar. Ufa!

ps: vou tentar descarregar hoje as fotos e acrescentar aqui a foto da cinematerna!

sábado, 20 de novembro de 2010

Sentimentos nostálgicos depressivos ou fase de mania?

Acho que as minhas melhores recordações se passaram no verão ou, pelo menos, em dias quentes! Desde que iniciei o meu repouso, tenho acordado com sentimentos nostálgicos, uma sensação gostosa, talvez proveniente da infância ou de algum momento bem feliz da minha vida. É como se fosse uma lembrança sem rosto. Acordo alegre, leve e tudo parece estar no lugar certo. Não que eu não esteja feliz, mas é algo que vai além do real.

Mas, depois de quase 15 dias de "Poliana", achando tudo lindo e maravilhoso, a desconfiança começa a aparecer. Agora mesmo estou com essa nostalgia, mas desconfiando. Parece algo que talvez eu tenha sentido em um primeiro dia de aula (quando isso ainda era excitante!) com material novo, caderno lisinho, mochila arrumada, reencontro dos amigos... Apesar de ser um sentimento feliz, já está me irritando. É como se essa sensação não fosse minha.

Não sei se alguém entende o que estou sentindo. Vou fazer um paralelo com a vida high-tech para explicar melhor. É como se a gente pudesse pegar nosso computador ou celular, abrir um site e escolher qual sentimento fazer download. Uma vez a "felicidade" baixada no seu dispositivo, ela seria transferida via Bluetooth para seu cérebro. Mas, ao mesmo tempo que você "roda" o "aplicativo felicidade", você tem plena conciência de todos os outros sentimentos "não digitais" que permeiam o seu sistema. Entendeu?!

Por um momento penso que isso pode ser uma fase de descompensação. Talvez aquela alegria da fase de mania, mesclada com algum auto-conhecimento. Ou talvez seja uma fase depressiva, nostálgica, confundindo meu cérebro com uma enxurrada de sentimentos passados. Vai saber! Eu não sei. Mas vou tentar continuar vivendo os meus dias nostálgicos sem ficar louca!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Uma pausa

Ensaiei um pouco para voltar aqui. Mas é preciso. Estou passando por uma fase difícil. Coisas da vida. O Pedrinho está bem e o marido também. Mas uma pessoa querida não e isso me deixa muito chateada. Desculpem-me pela ausência. Tem sido difícil falar de sentimentos. Vou voltar a tomar minha homeopatia, florais e a usar minha aromaterapia. Esperar a poeira baixar. Pensar, descansar. Já tenho um post semi-pronto que queria finalizar, mas ainda não consegui. Já já posto.

O chá do Pedro será neste sábado. Vou ficar mais animadinha até lá! Ainda tem muita coisa para fazer. Depois, conto tudo!

Espero que todas(os) tenham passado um bom feriado e que os próximos dias sejam sempre melhores!


Lago Dourado - Atibaia - 10/2010

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

O quarto do Pedro ganhando forma

J e Banner pintando o quarto do Pedro

O berço e cômoda do Pedro chegaram ontem (comprei na Allegrini e não tive problemas, até entregaram antes do prazo) e já estão montadinhos no quarto dele. Ainda falta muito o que arrumar. As paredes estão pintadas de branco, falta aplicar o tecido. Devo fazer isso em 2 meses no máximo!!!! Coloquei alguns objetos por lá para o quarto não ficar vazio! Algumas caixinhas na cômoda, uma colcha branca no berço com uma almofada bordada "Pedro".

Mas tive um sentimento estranho com relação ao quarto. Ontem, logo que os montadores foram embora e eu resolvi ajeitar o cômodo, senti um aperto no peito, uma angústia, e como sempre faço, comecei a refletir sobre qual seria o motivo destas sensações.

Pensei em medo de o Pedro não deitar lá. Mas acho que não era isso. Pensei também que o quarto do Pedro materializa o início da "independência" dele de mim. Hoje, eu e ele somos quase uma só pessoa. Ele é praticamente só meu. E com ele aqui, na minha barriga, sou especial, sou preferencial, sou quase um santuário! A partir do momento que ele for para o bercinho, ele será de todos, será do mundo. Me assustei com estes pensamentos...

Lembrando aqui que ainda estou sem remédio e que, apesar de estar passando bem este período de gravidez, ainda sou bipolar. Vou ficar atenta a estes sentimentos. Espero que seja apenas uma bobeira, uma mistura de sensações, parte das oscilações hormonais da gravidez, porque estou sim muito feliz com a vida do Pedro e quero muito conhecê-lo logo, ver seu rostinho, sentir seu cheirinho e curtí-lo com meu marido, família e amigos.

Banneco procurando o Pedro

domingo, 29 de agosto de 2010

Fim de domingo sem depressão pós Fantástico

Sábado jantei na casa de uns amigos. Ficamos lá até 1:30am. E lá mesmo bateu um desânimo gigante para cumprir os compromissos que teria no domingo. Deu aquele aperto no peito e aquela vontade de fugir de tudo e ficar quieta na minha casinha com meu marido e cachorro. E para desanimar mais ainda, eu havia prometido levar uma lasanha para o compromisso do almoço.

Dormi, acordei cedo (claro, é domingo!), tomei meu café da manhã e comecei a ler um livro bem fininho, explicativo e bem geral sobre filosofia. Quando deu umas 11am, decidi ligar para a minha amiga, onde iríamos almoçar, para confirmar. Ela confirmou o almoço mas me liberou da lasanha. Menos mal, pensei. E o desânimo já tinha diminuído.

Não sei exatamente quando o desânimo passou. Sei que acordei ainda um pouco desanimada, mas logo me distraí com um bom livro, e talvez isso tenha ajudado. Mas para dificultar a nossa saída, meus vestidos ficaram curtos por causa da barriga, meus shorts para colocar por baixo estão apertados e a única bermuda que ainda me serve está para lavar. Dá-lhe mau humor... Depois de uns 40 minutos provando roupas, fui de calça, mas sem desânimo, e feliz por ter superado essa sensação!

Depois do almoço, que foi ótimo, fui para o chá de cozinha, ainda me sentindo bem. Só não fui para a igreja por causa do horário. Tomamos um café (minha dose permitida por dia) e voltamos para casa. Voltei muito feliz por ver que aquela sensação horrível de ontem à noite passou e consegui fazer o que até aquele momento parecia impossível! Isso me animou para começar a semana bem! Vou organizar as minhas bolsas (cada vez que uso uma, largo algo dentro e vou perdendo as coisas), escrever as obrigações da semana (descobri que sou totalmente dependente desse tipo de controle) e fazer o ritual para dormir bem (banho morninho, spray de aromaterapia e chá "Doces Sonhos").

A semana promete!

Boa semana a todos!!!

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Semana chorosa, seca e sem dormir

Tempo rendendo
Estamos na metade da semana, e parece que ela já rendeu bem! Daqui a pouco irei para o laboratório, cumprir as minhas tarefas para tentar levar adiante o meu mestrado em ciências da saúde. É bom retomar as atividades inacabadas. Não gosto de deixar "rastros"... Uma coisa que prometi ao meu chefe do lab era que, independente de gravidez, bipolaridade e afins, eu iria concluir o mestrado da melhor maneira que eu pudesse. Estou bem feliz em ir para lá hoje! Fiquei um tempão sem ir, e cada dia era um motivo. Não gosto de ir lá apenas para "dar as caras". Sou prática. Se vou lá é para trabalhar. Social eu faço por email (neste caso).

***

Humor mais úmido que o tempo!
Estou meio chorosa. Engraçado como uma coisa não mudou com a gravidez, apesar de ter diminuido: sempre que sento à mesa para tomar café da manhã vendo o jornal na tv me dá vontade de chorar. Às vezes é uma notícia boa, às vezes tragédia. E é aquela vontade incontrolável de chorar. Daí eu choro e tudo bem!

**

Notícia triste
Não tenho conseguido dormir muito bem. Descobri que mais uma grávida perdeu seu bebê com um tempo até que avançado da gravdiez. E era amiga minha. Fiquei muito triste. Não quiseram me contar logo que aconteceu e o que me contara, foi tudo muito "por cima". Mas fiquei muito triste por ela, pelo marido, pela família, pelos amigos, pelo bebê. Triste. Tenho pedido a Deus que cuide deles todos. Mas a primeira noite após ter ficado sabendo, foi difícil de levar.

*

Já não durmo mais, imagina com barrigão?!
Esse tempo seco está de acabar com a saúde de qualquer um. E essa noite demorei muito para dormir, e quando dormi, acordei. Não é por menos que tenho acordado lá pelas 11am todo dia... Consigo adormecer depois da uma da manhã e acordo no meio da madrugada. Claro que isso porque esqueci de espirrar o spray no travesseiro! Bem que com essa falta de umidade, foi virar o vidrinho no travesseiro!!!

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Banner - o vira-latas quase Marley

Acho que ainda não contei nada por aqui sobre o meu cachorro. Ele merece mais do que um post, mereceria um Blog só pra ele (é quase um Marley!). Enquanto escrevo estas linhas, ele está com as patinhas da frente apoiadas no meu colo, latindo pro movimento das letras surgindo no monitor. E é claro, antes mesmo de eu escrever estas últimas palavras, ele deu o bote! Pulou do chão direto para a escrivaninha para lamber as letrinhas que magicamente aparecem na tela!

Em outubro de 2008, encontrei um filhotinho do tamanho do meu all star 35 na frente do consultório do acupunturista. Ele estava com uma barriga imensa, uma cobertura de pêlos de dar medo e várias bolinhas de pus na barriga. Inexperiente como era, achei que aquelas bolinhas eram as "tetinhas dela"! É claro que a genética e hereditariedade falaram mais alto nesse momento, e a exemplo da minha mãe (que adotou dois vira-latas) peguei o bichinho no colo e não soltei mais.

Minha mãe também fazia acupuntura no mesmo local que eu, no horário seguinte. Então, o serzinho voltou no carro com a gente, no colo dela, todo encolhidinho dormindo, direto para o veterinário, que gentilmente deu como presente de "boas-vindas" a primeira consulta, um banho e um diagnóstico possível de cinomose. Por isso, o cachorrinho teve que ficar em casa em observação, pelo menos pelo período mínimo de uma semana.

Nessa época, já estava casada e já morávamos no nosso super apartamento! Avisei meu marido pelo messenger que estava com um cachorrinho e que ele teria que ficar no apartamento por uma semana. Ele não falou muito, respondeu "tudo bem" e "nos falamos em casa". Quando o marido chegou em casa e viu o cão, já deu a ele o nome de "Banner" (publicitário é fogo!). Pronto! A partir daí, ele se tornou oficialmente da família!

E o Banner, Banneco-Neneco, foi apresentado ao vizinho, dono de uma elegante dachshund, a Flor. A primeira impressão do Roberto foi de que aquele vira-lata tinha na árvore genealógica, bem próximo dele, um rato de rua, de tão judiado que estava! E é claro que a apresentação do Banneco à Flor demorou um tempo para acontecer.

Aqueles pêlos feios caíram, as lombrigas mudaram de residência, as "tetinhas" desapareceram, a possível sinomose não se confirmou e o Banner virou um lindo e valente vira-lata caramelo, de porte médio-pequeno, com músculos bem torneados e uma capacidade de produzir uma gama de sons que eu juro que um dia ainda vou chegar em casa e ser recebida por ele dizendo: "Finalmente! Preciso passear!"

Mais que companheirismo, ter um cachorro é como ter a felicidade materializada em quatro patas! Quando eu choro, ele fica me olhando como quem quer consolar. Quando estou irritada, intolerante, ele foge pra debaixo da mesa e continua abanando o rabo como quem não tem medo, e pelo contrário, quer brincar comigo. Quando eu e meu marido brigamos, ele fica de canto, meio triste e com cara de cachorro em dia de mudança!

Por isso, não hesito ao promover a adoção de cães. Seja você bipolar, depressivo, workahoolic, dona-de-casa, mãe, pai, filho, ou qualquer coisa que seja, podendo cuidar de um cão, adote! Existem muitos cães abandonados e muitos humanos carentes! Ambas as vidas com certeza mudarão para melhor. É só acessar os sites: Adotar é tudo de bom e Clube dos Vira-Latas. Você encontrará um cão para adotar ou se não puder criar um, mas pode ajudar financeiramente, também achará meios para isso. Um cachorro, com certeza, nunca te desapontará, e estudos confirmam que o contato com um, aumenta a produção de endorfina!

No decorrer desse post, o Banner destruiu duas sacolas plástica que abandonei no chão com os ossinhos dele, derrubou os colchões que estavam encostados na parede, subiu na escrivaninha, subiu no gaveteiro, derrubou algumas roupas empilhadas em uma mesinha e agora, dorme feito um anjo no colchão caído no chão! Dá para não amar?